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quarta-feira, 15 de março de 2017

A verdade é de verdade?


"Eu sou o caminho a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim". João 14.6 

Essa frase traz no seu conteúdo a confirmação de que o Cristianismo é a verdade declarada pelo filho de Deus. Porém, esta afirmação deixa muitos de outras religiões indignados, questionando se existe apenas uma verdade. E a discussão principal está no significado da verdade, algo de suma importância e tão vilipendiado em todos os setores da humanidade. 
Um exemplo; em um julgamento os juízes querem que a lei prevaleça, mas, ali mesmo, há discordância sobre a interpretação da lei. A verdade nem sempre está nos rótulos de produtos alimentares, pois se realmente ali estivesse, muitos produtos não seriam vendidos. Poderíamos citar dezenas e dezenas de situações em que a verdade tende a ser, digamos assim, amenizada. Causou espanto e medo para muitos quando os maços de cigarro começaram a trazer descritos os malefícios possíveis seguidos de uma foto impactante. Porém, essa é uma verdade. E quando se fala em religião? Todos querem ser “donos” da verdade, inclusive o cético, que por si só quer demonstrar uma verdade. Phillip E. Johnson escreveu: "Aquele que afirma que é cético em relação a um conjunto de crenças é, na verdade, um verdadeiro crente em outro conjunto de crenças." E por que afirmamos que o que Jesus Cristo declarou é verdade? Pelos eventos bíblicos, comparados a citações históricas sobre a vida de Jesus. 
A Arqueologia, Cosmologia, Astronomia, Física, Biologia também direcionam para a verdade bíblica. É claro que os céticos tentam não ver o invisível (pela fé) mas, declaram o impossível (também invisível) supostamente amparados pelas Ciências. Mesmo entre as religiões cristãs há discordâncias, porém, temos de observar quais discordâncias não afetam a salvação. Pois muitas “religiões” tentam adaptar a “constituição divina” à tradição e ou filosofias que não são amparadas pela palavra de Deus. Uma frase muito usada pelos Morávios traz: "Nas coisas essenciais, unidade, nas não-essenciais, liberdade; em todas as coisas, amor". Essa frase nos faz refletir sobre o que podemos ter como pensamentos diferentes dentro de grupos cristãos, pela interpretação sobre um ou outro assunto. Mas essa diferença só pode ocorrer naquilo que não é essencial, pois o que é essencial nos conduz a salvação e isso é imutável. O versículo do começo do artigo traz algo imutável, como chegar a Deus; Jesus afirma ninguém vem ao Pai senão por mim. Quando buscamos outros caminhos, estamos fugindo de uma verdade absoluta e essencial. Estou lendo um livro fascinante, " Não tenho fé suficiente para ser ateu" de Norman Geisler e Frank Turek, que abordam a dificuldade de não crer e demonstram, por vários ângulos, a força da verdade declarada por Jesus. Um dos autores cita um debate em um programa de TV em que um expectador telefona dizendo "que não existe verdade absoluta". Essa afirmação é incoerente, pois, se não existe “verdade absoluta” sua própria afirmação é inverídica. Temos de ter cuidado com verdades pinçadas, com as quais tentamos dar credibilidade a algo inverídico, pois tanto na constituição jurídica como na Bíblia pode se tentar distorcer o seu sentido. Nós cremos na verdade por termos Jesus no nosso coração e senti-lo vivo em nós, embora tenhamos todas as confirmações que a história e as ciências trazem. Dessa verdade depende a vida eterna, pense nisso. “Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. João 8:31,32

Fonte: Pianowski

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