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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Ministério de Billy Graham vai lutar pelo fim da perseguição aos cristãos

Ministério de Billy Graham vai lutar pelo fim da perseguição aos cristãos

A Associação Evangelística Billy Graham (AEBG), fundada pelo renomado evangelista e hoje liderada pelo seu filho Franklin, está preocupada com a morte de cristãos em todo mundo por causa de sua fé. O problema não é novo, mas Graham decidiu fazer uma Cúpula Mundial em Defesa dos Cristãos Perseguidos. O encontro estava programado para acontecer em Moscou, sendo o primeiro evento do tipo no país.

“Estávamos ansiosos para ver este evento significativo realizado na Rússia, porque ninguém conhecer melhor a perseguição moderna aos cristãos que a igreja que sofreu sob o regime comunista. No entanto, algumas semanas atrás, a Rússia aprovou uma lei que limita severamente as liberdades dos cristãos“, lamentou Franklin em postagem nas redes sociais.

Além de igrejas, as missões cristãs e ONGs também estão sob vigilância severa.

Se as autoridades russas cumprissem a lei a rigor, todos os participantes do evento acabariam presos. Por causa da nova legislação, a AEBG decidiu transferir o evento para Washington. A data escolhida foi de 10 a 13 de maio de 2017. Para a missão, a realização do encontro é mais relevante do que nunca.

A Associação afirma que “Centenas de líderes cristãos, vítimas de perseguição e seus defensores, vindos de todo o mundo se reunirão para denunciar as atrocidades feitas contra aqueles que professam o nome de Jesus Cristo”.

O anúncio marca uma mudança no campo de atuação de Billy Graham e sua associação, que como indica o nome, se dedicaram por décadas majoritariamente ao evangelismo. No final do ano passado, Billy Graham fez um alerta aos cristãos: “Prepare-se para a perseguição”.

Ele entende que esse aumento “sem precedentes” é um forte sinal que estamos vivendo os últimos dias.

A nova guerra mundial é religiosa

O anúncio da AEBG ocorre poucos dias depois de o papa Francisco afirmar que “o mundo está em guerra”, embora tenha frisado que ela não é motivada pela religião.

Franklin Graham pensa diferente do pontífice. “Certamente essa guerra é religiosa”, assegurou. O pastor acredita que o momento atual é crítico e que a Igreja precisa se posicionar e parar de ficar assistindo “um exemplo por semana” de como os cristãos precisam de ajuda nos países onde não há liberdade de culto.

Citando especificamente o Islã, lembrou que “A religião muçulmana está por trás da violência e da jihad que estamos vendo na Europa, no Oriente Médio, na Ásia e na América. É uma religião que apela para o extermínio dos infiéis, especificamente judeus e cristãos”. 

* Com informações de CBN e Christian Today

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