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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Governo escocês proíbe ensino do criacionismo nas aulas de ciências


Após muito lutar, o Secular Society Scottish (SSS) conseguiu com que o governo escocês emitisse uma declaração de que o criacionismo não deveria ser ensinado nas aulas de ciências nas escolas do país.

A Secular Society Scottish consiste de uma organização da Escócia que promove a separação dos ensinamentos da Igreja no ensino público sobre questões relacionadas com a interface de religião e política.

Em setembro de 2014, o Secular Society Scottish apresentou uma petição no Parlamento Escocês para uma posição explícita a ser tomada sobre o ensino do criacionismo nas escolas.

Enquanto o criacionismo pode ser ensinado na educação religiosa e na moral, o conselheiro científico do Secular Society Scottish Paul Braterman, explicou sobre a posição anterior do Governo escocês não permitir ou proibir o ensino do criacionismo em aulas de ciências das escolas. “Agora, temos finalmente uma declaração do ministro responsável que o criacionismo não poderá ser ensinado como ciência nas salas de aula”, disse Braterman.

No entanto, no início do mês de maio de 2015, os membros do Parlamento escocês no âmbito da Comissão de Educação e Cultura, emitiram uma declaração dizendo que não havia necessidade de uma legislação sobre o ensino do criacionismo nas escolas, sendo que os professores devem exercer seu julgamento profissional.

Existe um claro conflito de interesses que poderia surgir permitindo que os instrutores ensinem o currículo como bem entenderem, embora as medidas estão em vigor para que os jovens recebam uma educação equilibrada sob o Currículo para a Excelência .

“A educação Escócia não relaciona o criacionismo como um princípio científico, e não faz parte do aprendizado e do e
nsino de ciências nas nossas escolas”, disse um porta-voz do governo escocês para o site Herald Scotland. “Os professores usam seu julgamento profissional, sua experiência e a compreensão dos seus alunos para responder com sensibilidade à questões complexas e desafiadoras, como os suscitados por diferentes perspectivas.”

O ensino do criacionismo como um fato científico e teoria baseada em evidências é proibido em escolas na Inglaterra e no País de Gales.

Fonte: E-tinga, com informações de Folha Gospel

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