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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Record proíbe apresentadores de falar sobre Marco Feliciano.

Foto: (OMISSÃO)

Record proíbe apresentadores de falar sobre Marco Feliciano.

O departamento de Jornalismo da Rede Record recebeu ordens dos bispos ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, que dirigem a emissora, para fazer certa censura de alguns assuntos, entre eles estão evitar falar da cantora Daniela Mercury, que tem gerado polêmica nas últimas semanas e do pastor e deputado federal Marco Feliciano que está gerando muita polêmica em meio à política.

Segundo informações do portal UOL, os comandantes da emissora, ligados a IURD, teriam tomado essa atitude para evitar que a Record fique promovendo a causa gay. Afinal, Daniela trocou o esposo por uma jornalista, diz estar casada e feliz e agora faz parte do grupo de artistas que se tornaram ativistas LGBT. A emissora falou brevemente sobre o assunto no seu site (R7) e no “Programa da Tarde”, logo que a cantora fez a revelação. Porém, com as ordens “de cima” nem mesmo programas como o “Hoje em Dia”, “Programa da Tarde” e o “Domingo Espetacular” que falam sobre a vida de celebridades, puderam explorar o tema.

Quanto ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), os religiosos líderes da emissora apoiam o Partido dos Trabalhadores (PT), de Dilma Rousseff, que está sempre em rota de colisão com o PSC, além do pastor pertencer a uma denominação diferente, a Igreja Assembleia de Deus.

Além disso, Feliciano e Edir Macedo tiveram uma discussão pública em 2011, quando o bispo publicou em seu blog um vídeo comparando os cultos afro-brasileiros aos cultos pentecostais e declarou ser “um exemplo típico de desgraça causada aos incautos, por desconhecerem o verdadeiro batismo do Espírito Santo.”

Na época, Feliciano publicou um vídeo seu pregando em uma igreja em Brasília, quando se referiu a  postagem do blog de Edir Macedo. “Esse senhor que eu citei [Macedo] falou que há um antiespírito que se manifesta no culto pentecostal. Eu não sou juiz, mas uma pessoa que fala uma coisa dessas perdeu o juízo”.
O departamento de Jornalismo da Rede Record recebeu ordens dos bispos ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, que dirigem a emissora, para fazer certa censura de alguns assuntos, entre eles estão evitar falar da cantora Daniela Mercury, que tem gerado polêmica nas últimas semanas e do pastor e deputado federal Marco Feliciano que está gerando muita polêmica em meio à política.

Segundo informações do portal UOL, os comandantes da emissora, ligados a IURD, teriam tomado essa atitude para evitar que a Record fique promovendo a causa gay. Afinal, Daniela trocou o esposo por uma jornalista, diz estar casada e feliz e agora faz parte do grupo de artistas que se tornaram ativistas LGBT. A emissora falou brevemente sobre o assunto no seu site (R7) e no “Programa da Tarde”, logo que a cantora fez a revelação. Porém, com as ordens “de cima” nem mesmo programas como o “Hoje em Dia”, “Programa da Tarde” e o “Domingo Espetacular” que falam sobre a vida de celebridades, puderam explorar o tema.

Quanto ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), os religiosos líderes da emissora apoiam o Partido dos Trabalhadores (PT), de Dilma Rousseff, que está sempre em rota de colisão com o PSC, além do pastor pertencer a uma denominação diferente, a Igreja Assembleia de Deus.

Além disso, Feliciano e Edir Macedo tiveram uma discussão pública em 2011, quando o bispo publicou em seu blog um vídeo comparando os cultos afro-brasileiros aos cultos pentecostais e declarou ser “um exemplo típico de desgraça causada aos incautos, por desconhecerem o verdadeiro batismo do Espírito Santo.”

Na época, Feliciano publicou um vídeo seu pregando em uma igreja em Brasília, quando se referiu a postagem do blog de Edir Macedo. “Esse senhor que eu citei [Macedo] falou que há um antiespírito que se manifesta no culto pentecostal. Eu não sou juiz, mas uma pessoa que fala uma coisa dessas perdeu o juízo”.

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